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Gerador de Hash (MD5, SHA-1, SHA-256)

O Gerador de Hash transforma qualquer texto em um código de tamanho fixo usando os algoritmos MD5, SHA-1, SHA-256, SHA-384 e SHA-512. Digite o texto e os cinco hashes aparecem na hora, calculados localmente no seu navegador, sem enviar nada para nenhum servidor. Use o botão copiar para reaproveitar o resultado.

O texto é processado no seu navegador — nada é enviado para servidores.

Resumo

Um hash é um resumo digital de tamanho fixo gerado a partir de qualquer dado. Esta ferramenta calcula os hashes MD5, SHA-1, SHA-256, SHA-384 e SHA-512 de um texto diretamente no navegador, útil para verificar integridade, comparar arquivos e estudar criptografia.

Como funciona uma função de hash?

Uma função de hash pega uma entrada de qualquer tamanho e produz uma saída de tamanho fixo. O SHA-256, por exemplo, sempre devolve 256 bits (64 caracteres hexadecimais), seja a entrada uma letra ou um livro inteiro.

Três propriedades definem um bom hash criptográfico:

  • Determinístico: a mesma entrada gera sempre o mesmo hash.
  • Efeito avalanche: mudar um único bit da entrada altera cerca de metade dos bits da saída.
  • Irreversível: é computacionalmente inviável descobrir a entrada a partir do hash.

Experimente: adicione uma vírgula ao texto e veja como o resultado muda por completo.

Para que servem os hashes no dia a dia?

Hashes aparecem em vários contextos:

  • Integridade de arquivos: comparar um SHA-256 com um valor obtido por canal confiável fornece forte evidência contra alteração.
  • Armazenamento de senhas: sistemas devem usar funções específicas, lentas e com sal, como Argon2, scrypt ou bcrypt.
  • Assinaturas digitais e blockchain: o resumo participa de protocolos que acrescentam autenticação e outras garantias.
  • Detecção de duplicatas: hashes iguais indicam candidatos a duplicata, mas a confirmação pode exigir comparar os arquivos, especialmente com algoritmos sujeitos a colisões.

MD5 e SHA-1 ainda podem ser usados?

Depende do objetivo. Para segurança, não: pesquisadores demonstraram colisões práticas no MD5 (em 2004) e no SHA-1 (o ataque SHAttered, do Google, em 2017), o que permite forjar dados com o mesmo hash. Por isso, certificados digitais e assinaturas abandonaram esses algoritmos.

Para verificação de integridade não maliciosa (checar se um download corrompeu, encontrar arquivos duplicados), o MD5 continua rápido e útil. A regra prática: use SHA-256 ou superior sempre que a segurança importar; reserve o MD5 para checksums simples.

Por que o cálculo é feito no navegador?

Esta ferramenta usa a Web Crypto API para calcular os hashes SHA localmente. O MD5, que não faz parte da Web Crypto, é calculado por uma implementação em JavaScript seguindo a RFC 1321. A aplicação não envia deliberadamente o texto aos nossos servidores.

O processamento local reduz a exposição, mas não elimina outros caminhos de vazamento. Extensões, dependências, captura de tela, área de transferência ou um dispositivo comprometido ainda podem acessar conteúdo sensível. Evite inserir segredos quando não puder confiar no ambiente.

Perguntas Frequentes

O que é uma função de hash?
Uma função de hash transforma uma entrada em um resumo de tamanho fixo. Ela é projetada para tornar a inversão genérica computacionalmente inviável, não matematicamente impossível. Entradas previsíveis ou com pouca variedade podem ser descobertas testando candidatos e comparando os hashes. Por isso, um hash simples não protege adequadamente senhas.
MD5 é seguro para senhas?
Não. O MD5 e o SHA-1 são considerados criptograficamente quebrados: existem colisões conhecidas (entradas diferentes com o mesmo hash) e eles são rápidos demais para proteger senhas. Para senhas, use algoritmos lentos e com sal, como bcrypt, scrypt ou Argon2. O MD5 ainda serve para verificar integridade de arquivos (checksum) e detecção de duplicatas.
Qual a diferença entre MD5, SHA-1 e SHA-256?
Eles diferem no tamanho do resultado e na segurança. O MD5 gera 128 bits (32 caracteres hexadecimais), o SHA-1 gera 160 bits (40 caracteres) e o SHA-256 gera 256 bits (64 caracteres). Quanto maior o resumo, menor a chance de colisões. O SHA-256 e o SHA-512 fazem parte da família SHA-2 e são hoje o padrão recomendado para integridade e assinaturas.
Meus dados são enviados para algum servidor?
A aplicação calcula os hashes localmente, usando Web Crypto para SHA e JavaScript para MD5, e não envia deliberadamente o texto aos nossos servidores. Isso reduz a exposição, mas não garante segurança total: extensões maliciosas, dependências comprometidas, captura de tela, área de transferência ou um dispositivo infectado ainda podem acessar conteúdo sensível.
Posso usar o hash como checksum de arquivo?
Um hash pode ajudar a verificar integridade quando você usa um algoritmo resistente a colisões, como SHA-256, e obtém o valor esperado por um canal confiável ou autenticado. A igualdade fornece forte evidência, não garantia absoluta, pois colisões existem em princípio e um atacante pode substituir tanto o arquivo quanto um hash publicado sem proteção.

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